O que faz um programador júnior

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programador júnior

Começar uma carreira, seja qual for a profissão, exige dedicação, estudo e busca por conhecimento. Ninguém nasce sabendo e é com o tempo e com as experiências de vida que o aprendizado chega. Mas para escolher a carreira que deseja seguir e poder traçar um plano de desenvolvimento dentro dessa trajetória, é preciso saber quais os assuntos aquela profissão aborda, quais as exigências para se tornar um bom profissional na área – e especialmente o que será feito no dia a dia após a formação.

Pensando nisso, quem se interessa pela área de tecnologia da informação e se imagina no universo da programação precisa entender melhor o que um programador faz. Nós já mostramos aqui no blog que essa é uma área com déficit de mão de obra e também muito valorizada. Mas agora queremos mostrar exatamente o que um programador faz. E para isso, começamos com o cargo de programador júnior – o primeiro na escalada da profissão.

Um mundo codificado

Programar é falar o idioma das máquinas. Os códigos de programação são considerados uma linguagem – assim como inglês ou espanhol, por exemplo. São estes códigos que, programados seguindo algumas lógicas, determinam sequências de ações, criando programas, sites ou softwares. Dessa forma, o programador é o profissional que dispõe estes códigos para que eles gerem um resultado desejado. O programador júnior é o cargo de início da carreira, o primeiro degrau de quem quer ser um programador sênior. No entanto, mesmo sendo iniciante, ele é muito requisitado pelo mercado de trabalho.

Idiomas diferentes para resultados surpreendentes

Como dito acima, os códigos de programação são verdeiros idiomas próprios. Cada tipo de código traz um resultado diferente para o projeto – e atende uma necessidade diferente do cliente. Por isso, é recomendado que o profissional que faz programação, seja ele um programador júnior ou mais experiente, tenha conhecimento sobre mais de uma linguagem. Isso aumenta o escopo de produtividade – e, obviamente, valoriza o trabalho. Atualmente, as dez linguagens de programação mais populares são:

  • Java
  • C
  • C++
  • C#
  • Python
  • VB .NET
  • PHP
  • JavaScript
  • Delphi/Object Pascal
  • Swift

Categorias distintas, muitas possibilidades

A profissão de programador pode ser dividida em quatro categorias primárias:

  • Programador Desktop – é quem programa aplicações ou sistemas para ambiente local. Ou seja, programas que vão funcionar em um computador ou numa rede de computadores, dentro de um sistema operacional como Windows, Linux ou MAC.
  • Programador Web – é o profissional responsável por programar websites ou sistemas web.
  • Programador Mobile – é especializado em criar aplicativos para celulares e dispositivos móveis. Nesse caso, ele pode trabalhar com uma das plataformas Android, IOS ou Java, por exemplo.
  • Programador de Jogos – responsável por desenvolver partes das instruções lógicas de um jogo digital ou, até mesmo, o jogo completo. Esse profissional pode trabalhar com jogos para computador, dispositivos móveis, videogames ou jogos que rodam em websites como flash.

Tem que ter habilidade

Para ser um programador é preciso habilidade. A profissão exige concentração, raciocínio lógico e paciência. Muitas vezes, a rotina do programador consiste em procurar por falhas (bugs) de programação que atrapalham o funcionamento das plataformas desenvolvidas. Para isso, é preciso ter conhecimento sobre diferentes linguagens – o que certamente ajuda a identificar as falhas nos sistemas. Desta forma, manter-se atualizado e em processo constante de aprendizado é item básico para uma carreira de sucesso. Além disso, a profissão não é regulamentada, o que significa que não é preciso, obrigatoriamente, ter um diploma universitário para exercer o cargo. O que é necessário, mesmo, é o conhecimento. A notícia boa é que pode ser adquirido por meio de cursos rápidos, como os oferecidos no site Uniprogam. Um curso de programação pode mudar sua vida.