O que vou fazer como programador júnior?

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programador júnior

Se você pensa em fazer carreira na área de tecnologia, mais ainda tem medo de dar os primeiros passos, esse artigo é para você. Primeiramente, é importante destacar que começar uma carreira, independente da área, exige dedicação e muito estudo. Além disso, para traçar um plano de carreira, é preciso saber quais assuntos a profissão aborda, quais as exigências para se tornar um bom profissional na área – e especialmente o que será feito no dia a dia após a formação. Nesse artigo vamos mostrar exatamente o que um programador faz. E para isso, começamos com o cargo de programador júnior – o primeiro na jornada da profissão.

O idioma das máquinas

Programar é falar o idioma das máquinas. Os códigos de programação são considerados uma linguagem – assim como inglês ou espanhol, por exemplo. O programador lista esses códigos seguindo algumas lógicas, que determinam sequências de ações. Com os códigos, é possível criar programas, sites ou softwares. O programador júnior é o cargo de início da carreira, o primeiro degrau de quem quer ser um programador sênior. No entanto, mesmo sendo iniciante, ele é muito requisitado pelo mercado de trabalho.

Para cada nível de formação, uma nomenclatura

Na vida profissional, é possível ser trainee, júnior, pleno, sênior ou master. Essas nomenclaturas variam de acordo com o nível de formação e a experiência na área. Abaixo está uma lista de especificações para cada cargo, de acordo com o portal Oficina da Net.

  • Trainee – tem, em geral, de 2 a 2 anos e meio de experiência – é recém-graduado. As responsabilidades do cargo são proporcionais: em geral, o trainee executa tarefas de pequena ou média complexidade em áreas específicas. Ele também elabora projetos sob supervisão de alguém mais experiente.
  • Júnior – com experiência de até 5 anos, o programador júnior tem funções de procedimentos simples ou que não exigem profundo conhecimento em um ramo de atuação.
  • Pleno – o profissional pleno tem experiência de 6 a 9 anos. É comum que tenha também uma pós-graduação. Ele desenvolve atividades específicas, que exigem profundo conhecimento. Toma decisões endossadas por um superior.
  • Sênior – quem tem mais de 10 anos de carreira, uma pós-graduação e desenvolve alguma atividade de gestão pode se tornar sênior. É ele quem toma decisões, age de forma autônoma, com base no conhecimento e experiências adquiridos ao longo da carreira. Gere pessoas e projetos.
  • Master – a partir de 15 anos de profissão, com pós, cargo de gestão e outras certificações, o funcionário pode ocupar a função de master. Ele atua fora do processo de supervisão ou por demandas. Gere projetos e negócios e possui autonomia plena.

Na programação…

Há uma pequena diferença nessas nomenclaturas na área da programação. Isso porque a profissão não exige uma formação acadêmica exatamente. Isso significa que você poder ser um programador mesmo ser fazer uma faculdade. Cursos livres e de formação são suficientes para exercer o cargo de programador júnior. Os cargos vão mudando de acordo com a experiência e o nível de conhecimento do profissional.

Além de desenvolver projetos, um programador júnior passa grande parte do tempo consertando bugs e checando o funcionamento de sistemas. Por isso, é importante conhecer mais do que só uma linguagem de programação. Ao mesmo tempo, não é preciso conhecer todas elas para iniciar a carreira. O fundamental é ter vontade de aprender cada vez mais e determinação para não desistir no primeiro, nem no segundo desafio.

Como me tornar um programador júnior?

Para se tornar um programador júnior, você pode estudar em casa, no seu ritmo. A Jornada de Formação em TI da Uniprogram oferece uma base sólida para quem quer iniciar a carreira.